Reforma tributária
CBS, IBS e Imposto Seletivo redesenham bases, créditos, contratos e fluxo de caixa ao mesmo tempo — e o cronograma avança até 2033 sem pausa. Nós assessoramos empresas de grande porte do diagnóstico à execução, para que cada decisão da transição seja tomada com base em número, não em suposição.
O que está em jogo
Para quem decide, o risco não é só pagar mais.
Caixa e margem
A não cumulatividade ampla muda o que gera crédito. Quem não remodelar a apuração pode ver crédito virar custo — e margem evaporar sem mudança de operação.
Contratos a repactuar
Contratos de longo prazo foram assinados sob a lógica antiga. Sem cláusula de reequilíbrio e repasse adequada, a transição transfere ônus para o lado errado da mesa.
Sistemas e prazo
ERP, fiscal e pricing precisam estar prontos antes de cada etapa do cronograma. Atraso de implementação vira risco de conformidade e de caixa.
Cronograma
Uma transição em etapas — e cada etapa pede uma decisão.
2026
Fase de teste
CBS e IBS começam a ser apurados em alíquota reduzida (CBS 0,9% e IBS 0,1%). Momento de calibrar sistemas e mensurar o impacto real na operação.
2027
CBS em vigor
PIS e Cofins são extintos. O CBS entra em alíquota plena. Início da incidência do Imposto Seletivo.
2029–2032
Transição do IBS
Redução progressiva de ICMS e ISS com entrada gradual do IBS. Quatro anos de alíquotas mistas e obrigações em transição simultânea.
2033
Modelo pleno
IBS integral. ICMS e ISS extintos. O sistema tributário sobre o consumo opera em regime definitivo.
Datas e parâmetros conforme EC 132/2023 e regulamentação (LC 214/2025, LC 227/2026). A regulamentação infralegal do IBS e da CBS segue em evolução.
Por setor
Cada setor sente a Reforma de um jeito. Conhecemos o seu.
A pergunta estrutural que cada setor precisa responder — e que orienta nosso estudo de impacto.
Agronegócio
Boa parte da cadeia envolve produtor rural não contribuinte e regimes diferenciados. A questão é o crédito ao longo da cadeia: onde ele se perde, e como preservá-lo da porteira ao varejo.
Transportadoras
O serviço de transporte migra do ICMS interestadual e do ISS municipal para o IBS/CBS, enquanto combustível, pedágio e frota passam a discutir crédito amplo. A questão é a nova equação de crédito sobre insumos e o efeito do split payment no caixa.
Indústria de Alimentos
Itens essenciais entram em cesta básica e regimes reduzidos; outros, não. A questão é o reposicionamento de preço e margem produto a produto, e o crédito pleno ao longo da cadeia industrial.
Mineração
A extração de bens minerais entra no campo do Imposto Seletivo, com imunidade na exportação. A questão é dimensionar o IS sobre o que é vendido no mercado interno e organizar o creditamento da operação.
Serviços de Tecnologia
Setor intensivo em mão de obra sai de um ISS cumulativo para IBS/CBS não cumulativo: a folha não gera crédito, e a alíquota cheia é maior. A questão é o efeito líquido sobre a carga e como a estrutura de custos e contratos responde a ele.
Varejo Farmacêutico
Medicamentos têm regimes específicos e listas com tratamento diferenciado, e o regime monofásico de PIS/Cofins se encerra. A questão é a reprecificação por item e a reconfiguração do creditamento na ponta.
Análises de caráter informativo; o efeito real depende dos dados de cada operação.
Como atuamos na Reforma
Do diagnóstico à execução da transição
01
Estudo Individualizado de Impacto da Reforma
Mensuramos, com os dados da sua operação (SPED, DRE, contratos), o efeito líquido de CBS, IBS e IS sobre carga, créditos e caixa — por linha de negócio e por etapa do cronograma.
Relatório executivo
Projeção comparativa 2025–2033 de custos tributários e plano de ação por área, calibrado para C-Level, diretoria financeira e equipe jurídica.
02
Revisão de Contratos
Revisamos e ajustamos os contratos à nova lógica de tributação e crédito — cláusulas de reequilíbrio, gross-up, repasse e responsabilidade do fornecedor na transição.
03
Assessoria de Transição e Treinamentos
Acompanhamos a implementação ao lado das áreas fiscal, contábil, de TI, de compras e de pricing, com treinamentos que preparam os times à nova rotina.
para iniciar o processo de análise.
Desde 1995
Método conservador, fundamentação sólida.
Atuamos em direito tributário desde 1995, com presença nas principais teses em discussão nos tribunais superiores. Na Reforma, isso significa leitura realista de risco, decisão baseada em dado e acompanhamento próximo — do estudo à execução.
Frentes de atuação
Planejamento tributário
Estruturação e revisão de operações com foco na carga efetiva e no aproveitamento de créditos sob a nova sistemática.
Contencioso tributário
Defesa administrativa e judicial em teses relevantes, incluindo discussões em torno da regulamentação em curso.
Assessoria transacional
Due diligence e revisão contratual com mapeamento de riscos tributários na transição de regime.
Curadoria
Materiais exclusivos sobre a Reforma
Indústria em Foco
Análise aprofundada dos impactos da Reforma Tributária para o setor industrial: cadeia produtiva, créditos de IBS/CBS e estratégias de transição.
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Normas Infralegais
Governo Federal
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Como se preparar para a Reforma Tributária, segundo especialistas
Perguntas frequentes
O que os decisores perguntam sobre a Reforma
Quando a Reforma começa a valer para minha empresa?
A transição tem início em 2026, com uma fase de teste em que CBS e IBS são apurados em alíquota reduzida (CBS 0,9% e IBS 0,1%). A partir de 2027, o CBS entra em vigor pleno e o PIS/Cofins é extinto. O IBS substitui gradualmente o ICMS e o ISS entre 2029 e 2032, com modelo pleno a partir de 2033. O impacto sobre sua operação depende do setor, da estrutura de créditos e do cronograma de cada tributo.
O que muda no fluxo de caixa com o split payment?
O split payment é um mecanismo de recolhimento automático no momento da liquidação financeira da transação. O valor do tributo é retido diretamente no fluxo do pagamento antes de chegar ao vendedor. Para empresas com ciclos de recebimento longos ou alto volume de vendas a prazo, o efeito sobre o caixa pode ser relevante e precisa ser mapeado operação a operação.
Preciso revisar meus contratos agora?
Contratos de longo prazo firmados sob a lógica do PIS/Cofins, ICMS e ISS podem não conter cláusulas adequadas para a transição ao CBS e IBS. Sem disposições de reequilíbrio, gross-up ou responsabilidade pelo tributo na transição, o ônus pode se deslocar para o lado errado da relação. A revisão preventiva é recomendável antes do início de cada etapa do cronograma.
Como a Reforma afeta empresas do setor de serviços?
Serviços migram do ISS municipal — cumulativo — para o IBS/CBS não cumulativo, com alíquota potencialmente maior. Setores intensivos em mão de obra não se beneficiam de crédito sobre folha, o que pode elevar a carga efetiva. O efeito líquido depende da estrutura de custos e da cadeia de fornecedores de cada empresa.
O Imposto Seletivo vai afetar minha operação?
O Imposto Seletivo incide sobre bens e serviços considerados prejudiciais à saúde ou ao meio ambiente — entre eles, produtos do tabaco, bebidas alcoólicas, veículos e bens relacionados à extração mineral. Se sua operação envolve produção, importação ou comercialização desses itens, o IS representa uma frente de análise específica, especialmente na equação entre mercado interno e exportação.
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